segunda-feira, 23 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
Cândida
Ontem vi CÂNDIDA ,
http://www.destaquesp.com/index.php/Cultura/Teatro/candida.html
de G. Bernard Shaw, com direção do Zé Henrique de Paula, lá no teatro Brigadeiro.
É, sem dúvida alguma, uma das peças mais bacanas em cartaz.
O texto discute o amor de uma maneira muito delicada, opondo de forma clara a ordem e o progresso.
Sérgio Mastropasqua é brilhante na composição do marido, um pastor ligado ao socialismo e às causas sociais.
Este discurso se confronta na relação com sua mulher, Cândida.
Ali, a estabilidade dá lugar ao comum, ao amor plácido e responsável.
O contraponto vem na figura romântica e anárquica de Eugênio, lindamente feito por Thiago Carreira.
No meio dos dois, o alvo do amor, Cândida.
Na apresentação que vi, a atriz era Patrícia Pichamone, que vem a ser uma das melhores atrizes que já vi em cena.
Patrícia conduz a platéia num jogo de inteligência e sensualidade, mesmo vestida dos pés à cabeça.
Coisa de grande atriz.
E o resto do elenco não fica atrás.
João Bourbonnais, Fernanda Maia e Thiago Ledier vão do cômico ao trágico com uma leveza impressionante.
Boubonnais, em especial, me surpreendeu: figura doce na vida real, é um ogro divertidíssimo no palco.
E tem a direção do Zé Henrique, que mostra a cada trabalho o grande diretor que é.
Numa peça extremamente textual, Zé Henrique conduz a platéia com uma forte mão invisível: não impõe nada, apenas convida o espectador a entrar.
E o convite é aceito de forma impressionante.
Zé Henrique de Paula é um cara com quem eu preciso trabalhar.
CÂNDIDA é um espetáculo imperdível.
O que você está fazendo que ainda não foi atrás ?
Peça boa nunca fica muito tempo em cartaz.
Então corre!
Otavio Martins
Ator, diretor, autor.
http://www.destaquesp.com/index.php/Cultura/Teatro/candida.html
de G. Bernard Shaw, com direção do Zé Henrique de Paula, lá no teatro Brigadeiro.
É, sem dúvida alguma, uma das peças mais bacanas em cartaz.
O texto discute o amor de uma maneira muito delicada, opondo de forma clara a ordem e o progresso.
Sérgio Mastropasqua é brilhante na composição do marido, um pastor ligado ao socialismo e às causas sociais.
Este discurso se confronta na relação com sua mulher, Cândida.
Ali, a estabilidade dá lugar ao comum, ao amor plácido e responsável.
O contraponto vem na figura romântica e anárquica de Eugênio, lindamente feito por Thiago Carreira.
No meio dos dois, o alvo do amor, Cândida.
Na apresentação que vi, a atriz era Patrícia Pichamone, que vem a ser uma das melhores atrizes que já vi em cena.
Patrícia conduz a platéia num jogo de inteligência e sensualidade, mesmo vestida dos pés à cabeça.
Coisa de grande atriz.
E o resto do elenco não fica atrás.
João Bourbonnais, Fernanda Maia e Thiago Ledier vão do cômico ao trágico com uma leveza impressionante.
Boubonnais, em especial, me surpreendeu: figura doce na vida real, é um ogro divertidíssimo no palco.
E tem a direção do Zé Henrique, que mostra a cada trabalho o grande diretor que é.
Numa peça extremamente textual, Zé Henrique conduz a platéia com uma forte mão invisível: não impõe nada, apenas convida o espectador a entrar.
E o convite é aceito de forma impressionante.
Zé Henrique de Paula é um cara com quem eu preciso trabalhar.
CÂNDIDA é um espetáculo imperdível.
O que você está fazendo que ainda não foi atrás ?
Peça boa nunca fica muito tempo em cartaz.
Então corre!
Otavio Martins
Ator, diretor, autor.
segunda-feira, 9 de março de 2009
CPFL vai sediar mostras de cinema
A CPFL Cultura - Cinema apresenta em São Paulo e Campinas as mostras “Retrospectiva DOC 2008”, em São Paulo, de 16 a 19 de março, e em Campinas, de 18 a 22; e “Retrospectiva FIC 2008 - Os esquecidos”, em São Paulo, de 23 a 26 de março; e em Campinas, de 23 a 31 de março.
A mostra de documentários tem curadoria de Amir Labaki, diretor do Festival É Tudo Verdade; e a mostra de ficção apresenta sete filmes de qualidade que ficaram pouco tempo em cartaz no ano passado e foram selecionados pelo crítico Inácio Araújo: Cleópatra, Deserto Feliz, Encarnação do Demônio, Corpo, Falsa Loura, e Serras da Desordem.
Em São Paulo, uma mesa-redonda com Amir Labaki, Neuza Barbosa, Eduardo Escorel e Carlos Nader abre a mostra de documentários, no dia 16, às 19h30. Outra mesa encerra a mostra de cinema ficção na Capital, no dia 26, também às 19h30, com Maria Rita Kehl e Andrea Tonacci, além do curador Inácio Araújo. Em Campinas, as mesas-redondas serão realizadas nos dias 19, a de documentário, com convidados a confirmar, e 25 de março, 19h, a de ficção, com Francisco Foot Hardman, Carlos Reichenbach e coordenação de Inácio Araújo.
As mostras têm patrocínio da CPFL Energia e serão realizadas: em São Paulo, no Reserva Cultural (Av. Paulista, 900), com exibições às 19h30 e às 21h15, com ingressos distribuídos gratuitamente, no local, a partir das 18h30 nos dias de exibição; e em Campinas, na CPFL Cultura (Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632), com exibições às 19h e às 21h, com entrada gratuita e por ordem de chegada. Mais informações no site www.cpflcultura.com.br ou pelo telefone (19) 3756-8000.http://www.cpflcultura.com.br/">
A mostra de documentários tem curadoria de Amir Labaki, diretor do Festival É Tudo Verdade; e a mostra de ficção apresenta sete filmes de qualidade que ficaram pouco tempo em cartaz no ano passado e foram selecionados pelo crítico Inácio Araújo: Cleópatra, Deserto Feliz, Encarnação do Demônio, Corpo, Falsa Loura, e Serras da Desordem.
Em São Paulo, uma mesa-redonda com Amir Labaki, Neuza Barbosa, Eduardo Escorel e Carlos Nader abre a mostra de documentários, no dia 16, às 19h30. Outra mesa encerra a mostra de cinema ficção na Capital, no dia 26, também às 19h30, com Maria Rita Kehl e Andrea Tonacci, além do curador Inácio Araújo. Em Campinas, as mesas-redondas serão realizadas nos dias 19, a de documentário, com convidados a confirmar, e 25 de março, 19h, a de ficção, com Francisco Foot Hardman, Carlos Reichenbach e coordenação de Inácio Araújo.
As mostras têm patrocínio da CPFL Energia e serão realizadas: em São Paulo, no Reserva Cultural (Av. Paulista, 900), com exibições às 19h30 e às 21h15, com ingressos distribuídos gratuitamente, no local, a partir das 18h30 nos dias de exibição; e em Campinas, na CPFL Cultura (Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632), com exibições às 19h e às 21h, com entrada gratuita e por ordem de chegada. Mais informações no site www.cpflcultura.com.br ou pelo telefone (19) 3756-8000.http://www.cpflcultura.com.br/">
domingo, 8 de março de 2009
Prêmio FIESP/SESI de cinema
V Prêmio FIESP/SESI-SP do Cinema Paulista
http://www.fiesp.com.br/cinema/default.asp
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP, o Serviço Social da Indústria – SESI-SP e o Sindicato da Indústria Cinematográfica do Estado de São Paulo – SICESP, realizam o V Prêmio Fiesp/Sesi-SP do Cinema Paulista, que será realizado entre os dias 02 a 23 de Março de 2009.
Participarão do prêmio os filmes de longa e curta metragem, lançados em 2008 e produzidos por empresas paulistas, que serão exibidos em 3 sessões diárias gratuitas no período de 02 a 15 de Março no Teatro do SESI - São Paulo, SESI Vila Leopoldina e SESI Franca. Esses filmes estarão submetidos à votação popular que poderá ser efetuada por cupons de voto disponíveis nos locais de exibição dos filmes, e também pelo site.
O Júri Popular determinará os 3 melhores de cada categoria concorrente. Caberá ao Júri Oficial definir o vencedor em cada categoria, que receberá o Prêmio em solenidade de premiação no dia 23 de Março no Teatro do SESI - São Paulo, apenas para convidados.
http://www.fiesp.com.br/cinema/default.asp
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP, o Serviço Social da Indústria – SESI-SP e o Sindicato da Indústria Cinematográfica do Estado de São Paulo – SICESP, realizam o V Prêmio Fiesp/Sesi-SP do Cinema Paulista, que será realizado entre os dias 02 a 23 de Março de 2009.
Participarão do prêmio os filmes de longa e curta metragem, lançados em 2008 e produzidos por empresas paulistas, que serão exibidos em 3 sessões diárias gratuitas no período de 02 a 15 de Março no Teatro do SESI - São Paulo, SESI Vila Leopoldina e SESI Franca. Esses filmes estarão submetidos à votação popular que poderá ser efetuada por cupons de voto disponíveis nos locais de exibição dos filmes, e também pelo site.
O Júri Popular determinará os 3 melhores de cada categoria concorrente. Caberá ao Júri Oficial definir o vencedor em cada categoria, que receberá o Prêmio em solenidade de premiação no dia 23 de Março no Teatro do SESI - São Paulo, apenas para convidados.
Carta do Goodman
Aos Membros da Companhia Triptal
Infelizmente, por estar em Nova York a negócios com minha esposa este fim de semana, eu perderei a festa de encerramento de sua temporada amanhã á noite. Eu sinto muito por não poder dizer obrigado a todos vocês pessoalmente, mas saibam que todos estão sendo muito bem lembrados por mim.
Eu fiquei emocionado quando André aceitou o convite para participar de nosso festival explorando e celebrando as peças de Eugene O’Neill, e a experiência de recebê-los aqui tem sido uma alegria imensurável. A artisticalidade que vocês dividem com nossa platéia tem sido uma revelação e vocês serão lembrados por anos como o foco de destaque do festival.
Estou muito feliz que conseguimos apresentar vocês á Chicago, e espero que considerem sua segunda casa a partir de agora. Em sua proxima visita, tentaremos arranjar um clima mais quente, e então vocês poderão curtir sua estadia numa época em que nossa linda cidade e visão do lago estarão um pouquinho mais convidativos.
Ao lado de Roche Schufler e todos meus colega de trabalho do Goodman, agradeço-os novamente por ajudarem a fazer da Exploração de O’Neill um sucesso ressoante. Nós desejamos que continuem fazendo sucesso e que continuemos todos parceiros.
Com muito carinho e os melhores desejos para sua festa de encerramento,
Bob Falls
Infelizmente, por estar em Nova York a negócios com minha esposa este fim de semana, eu perderei a festa de encerramento de sua temporada amanhã á noite. Eu sinto muito por não poder dizer obrigado a todos vocês pessoalmente, mas saibam que todos estão sendo muito bem lembrados por mim.
Eu fiquei emocionado quando André aceitou o convite para participar de nosso festival explorando e celebrando as peças de Eugene O’Neill, e a experiência de recebê-los aqui tem sido uma alegria imensurável. A artisticalidade que vocês dividem com nossa platéia tem sido uma revelação e vocês serão lembrados por anos como o foco de destaque do festival.
Estou muito feliz que conseguimos apresentar vocês á Chicago, e espero que considerem sua segunda casa a partir de agora. Em sua proxima visita, tentaremos arranjar um clima mais quente, e então vocês poderão curtir sua estadia numa época em que nossa linda cidade e visão do lago estarão um pouquinho mais convidativos.
Ao lado de Roche Schufler e todos meus colega de trabalho do Goodman, agradeço-os novamente por ajudarem a fazer da Exploração de O’Neill um sucesso ressoante. Nós desejamos que continuem fazendo sucesso e que continuemos todos parceiros.
Com muito carinho e os melhores desejos para sua festa de encerramento,
Bob Falls
Cândida
COMÉDIA
Depois de R&J (2006), Mojo e Senhora dos Afogados, ambas de 2007, o diretor Zé Henrique de Paula acrescenta outro acerto ao breve currículo com a incursão pela obra do dramaturgo irlandês escrita em 1895. Bia Seidl vive a protagonista, mulher de um abnegado pastor (Sergio Mastropasqua) que deveria se contentar em ser bela. Ao despertar a paixão de um jovem poeta (Thiago Carreira), ela tenta sacudir o tédio e fazer o marido recuperar o encanto do passado. Com diálogos afiadíssimos e um elenco de rara unidade, a montagem - uma das melhores de 2008 - prima por sutilezas e cuidados. Da imobilidade dos atores na abertura até o riso oferecido a conta-gotas, o espetáculo cativa pela irônica encenação. Nas sextas, a atriz Patricia Pichamone substitui Bia Seidl.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Senhora dos Afogados de volta dia 20 de março no Teatro Imprensa
São Paulo – Fernanda Maia e Zé Henrique de Paula dão um show em sua versão de “Senhora dos Afogados” de Nelson Rodrigues que se apresentou no Festival Ibero Americano ontem, dia 4, em São Paulo. A dupla transformou - antes de Antunes Filho - a peça que era suér dramática num excelente musical. Incluiu muitas canções, a maioria de Chico Buarque, como ‘Pedaço de Mim’ que abre a montagem, criando um clima trágico como pede o texto de Nelson. É tudo muito bem achado. Não percam.
Essa dupla que trabalha em conjunto há cerca de quinze anos, já emplacou diversos trabalhos, entre os quais “R&J” de Joe Calarco, cuja música foi composta por Fernanda, num Romeu e Julieta cantado e dançado. O mesmo pode ser dito de ‘Mojo’ que se apresentou no Espaço dos Parlapatões.
O espetáculo conta com elenco quinze atores (e dois músicos ao vivo) competentes no canto e na palavra. Quem não viu não deve perder.
A dupla volta ao cartaz no dia 20 de março no Teatro Imprensa.
Maria Lúcia Candeias é Doutora em teatro pela USP e Professora Associada pela Unicamp
Essa dupla que trabalha em conjunto há cerca de quinze anos, já emplacou diversos trabalhos, entre os quais “R&J” de Joe Calarco, cuja música foi composta por Fernanda, num Romeu e Julieta cantado e dançado. O mesmo pode ser dito de ‘Mojo’ que se apresentou no Espaço dos Parlapatões.
O espetáculo conta com elenco quinze atores (e dois músicos ao vivo) competentes no canto e na palavra. Quem não viu não deve perder.
A dupla volta ao cartaz no dia 20 de março no Teatro Imprensa.
Maria Lúcia Candeias é Doutora em teatro pela USP e Professora Associada pela Unicamp
segunda-feira, 2 de março de 2009
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